Have you ever seen yourself through the eyes of someone else? And look yourself through the eyes of an ultimate observer?
Inicialmente essa frase tinha um significado diferente para mim.
Aos poucos fui entendendo qual é a maginífica sensação de liberdade derivada dessa filosofia.
A grande maioria dos seres humanos tem habitos de vida levados pelo incessante fluxo de seus pensamentos. Refletimos, julgamos, temos opiniões sobre quase tudo que nos cerca, o tempo inteiro. Não descansamos a mente, não paramos de pensar... Até mesmo o pensamento de parar de pensar nos agonia.
Somos levados por marés de informações, conceitos, dados, números, fotos, mídia. E tudo isso soa tão normal e intriseco à nossa natureza que muitas vezes acreditamos que essa forma de viver é inata ao homem.
Não nos damos conta da quantidade de energia e tempo que dispendemos às coisas superfluaas: "terei uma casa?", "acharei o amor da minha vida?", "conseguirei dinheiro para pagar minhas contas?", "serei promovida?", etc...
Coisas essas que criam uma falsa sensação de responsabilidade, de vida, de felicidade...
Pulamos de preocupações para preocupações de maneira desmedida e inútil.
E de repente vem a proposta: Você já se enxergou pelos olhos de uma outra pessoa?
Para que esta frase não se torne inadequada, pois a intenção não é julgar e ter opiniões, mas apenas observar, vamos refaze-la da seguinte forma: Você já se enxergou pelos olhos de um ser onipresente? Um ser maior?
E quando entendemos dessa maneira, podemos de fato observar nossa realidade mais profunda. A realidade que para muitos soa como irreal, mística.
Temos a sensação de liberdade mais abrangente que nosso ser pode compreender. A compreensão acontece sem palavras, os sentimentos fluem sem explicações e a criatividade chega a seu nível máximo.
Então você compreende que seus pensamentos não o dominam, mas você os determina, os seleciona e os coloca em prática. Você entende que você é responsável pela realidade que o cerca e que é teu o poder de alterá-la como bem entender.
O silencio mental acontece e a calma inunda a vida como nunca antes.
A confiança dos valores se torna mais forte e você os vivencia plenamente.
Você passa a se concentrar nas perguntas e não mais nas respostas... Somos todos mistérios da vida. E isso é o que a torna interessante.
Aos poucos esse raciocínio será tão inerente ao homem como sua respiração.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Being a woman, being an artist
There is so much in a woman's heart that is impossible to share.
Somos todas cheias de segredos, coisas por dizer, pensamentos bloqueados e mistérios.... Mistérios que nem mesmo nós somos capazes de entender.
Mas ainda assim há beleza. Uma beleza escondida no segredo de nossos pensamentos. Uma beleza escondida nas palavras não ditas e nos sentimentos ocultados.
Somos mães, somos filhas, somos animais e poetisas. Somos gueixas, somos artistas, somos duras, cruéis e dóceis ao mesmo tempo.
Somos o indecifrável. A mudança. A água.
Mas podemos ser raízes. Podemos ser luz ou total escuridão.
Entregamo-nos à vida e mantemos nossos sonhos. Não nos desiludimos com as quedas ou com a realidade que insiste em nos perseguir, pois mantemos em nosso coração a chama que nos move. A chama que se esconde nos momentos de teatro. A chama que não brilha em faces que não toleramos. Mas a possuímos. Secretamente.
São poucas as mulheres que ainda hoje, percebem a chama que possuem.
Ela é silenciosa e companheira. Não precisa de risadas, de aplausos nem ao menos, atenção.
Não é mundana, não é incoerente, não é traiçoeira. Essa chama queima apenas nos corações que a ascendem.
Ela é acesa a qualquer idade, por qualquer motivo. Não vem do extraordinário, vem do simples. Da beleza simples e complexa, paradoxa como a alma feminina.
Não há como explicar, compartilhar, mostrar. É algo que acontece como cada por-do-sol ou cada amanhecer. É algo que nao se pede, mas acontece em seu maior esplendor, como a chuva que cai dos céus, ou a areia adornada pelo vento.
É algo belo e perspicaz como o silêncio ilusório das águas do mar.
Somos o além. Somos pós de estrelas. Somos nosso próprio Sol.
A chama nos queima e nos sustenta. Aumenta nossa força e a diminui quando nos julgamos independentes dela.
Somos mulheres e não é fácil. Ser versátil, ardilosa. Ser mutável sem perder a essencia, sem esquecer da chama.
Somos, por fim, mulheres.
Somos todas cheias de segredos, coisas por dizer, pensamentos bloqueados e mistérios.... Mistérios que nem mesmo nós somos capazes de entender.
Mas ainda assim há beleza. Uma beleza escondida no segredo de nossos pensamentos. Uma beleza escondida nas palavras não ditas e nos sentimentos ocultados.
Somos mães, somos filhas, somos animais e poetisas. Somos gueixas, somos artistas, somos duras, cruéis e dóceis ao mesmo tempo.
Somos o indecifrável. A mudança. A água.
Mas podemos ser raízes. Podemos ser luz ou total escuridão.
Entregamo-nos à vida e mantemos nossos sonhos. Não nos desiludimos com as quedas ou com a realidade que insiste em nos perseguir, pois mantemos em nosso coração a chama que nos move. A chama que se esconde nos momentos de teatro. A chama que não brilha em faces que não toleramos. Mas a possuímos. Secretamente.
São poucas as mulheres que ainda hoje, percebem a chama que possuem.
Ela é silenciosa e companheira. Não precisa de risadas, de aplausos nem ao menos, atenção.
Não é mundana, não é incoerente, não é traiçoeira. Essa chama queima apenas nos corações que a ascendem.
Ela é acesa a qualquer idade, por qualquer motivo. Não vem do extraordinário, vem do simples. Da beleza simples e complexa, paradoxa como a alma feminina.
Não há como explicar, compartilhar, mostrar. É algo que acontece como cada por-do-sol ou cada amanhecer. É algo que nao se pede, mas acontece em seu maior esplendor, como a chuva que cai dos céus, ou a areia adornada pelo vento.
É algo belo e perspicaz como o silêncio ilusório das águas do mar.
Somos o além. Somos pós de estrelas. Somos nosso próprio Sol.
A chama nos queima e nos sustenta. Aumenta nossa força e a diminui quando nos julgamos independentes dela.
Somos mulheres e não é fácil. Ser versátil, ardilosa. Ser mutável sem perder a essencia, sem esquecer da chama.
Somos, por fim, mulheres.
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